24.12.11 – A expectativa era grande, pra um evolucionista, discípulo de Darwin, pensem vocês, era a primeira vez que visitava um museu dedicado à História Natural, ou seja, à Biologia, Paleontologia, Antropologia Evolucionária e Geologia!!!
O prédio impressiona pela sua beleza e opulência externas,gostaria de poder descrever qual o período da arquitetura que ele representa, mas não sou especialista, hehe. O seu vermelho se combina sóbria e interessantemente com o marrom, pelas curvas e colunas. Simplesmente belo.
Por dentro, o castelo, como prefiro chamar esses prédios antigos, não deixa a desejar, o salão principal recebe você com uma enorme representação de um dinossauro, de mais de 4 metros de altura e talvez 30 metros de comprimento, talvez um braquiossauro, se eu me lembro de alguma coisa. Ele divide e integra os diferentes salões temáticos (animais marinhos, primatas, dinossauros, mamíferos etc) ilustrados por diferentes cores.
Cada salão é mais ou menos do tamanho de duas casas grande (padrões brasileiros), com reconstruções originais, replicas, textos, áudio e vídeos explicativos que vão desde a formação dentária de hipopótamos até o modo de vida e alimentação de dinossauros, e por fim o funcionamento do corpo humano da fecundação até aspectos relacionados à emoção, neurotransmissores e percepção, esta ultima tem alguns pequenos “experimentos” disponíveis pros visitantes, o que fez lembrar da Gestalt.
Apesar de todas essas maravilhas, eu sai triste...esperava ver mais sobre a evolução humana. Essa parte foi do tamanho do meu quarto 4X4 hahahaha. Havia muito detalhes e bem explicados, pra quem não é da área, mas pra quem é, nenhum novidade...aproveitei pra bater fotos das replicas, de alguns mapas, nada mais. O que u mais queria ver, não vi, um fóssil. Eu sei isso não tá lá, mas eu queria fiz bico pro museu.





















