11.10.12 – Com certeza essa foi a última viagem pela Europa antes de voltar pra casa. Amsterdam, definitivamente não estava nos meus planos, mas com certeza foi uma viagens que mais valeu à pena. Primeiro que não pude reencontrar o Giovanni na Alemanha, como havíamos planejado, segundo pelo preço especial da passagem, hehe.
Se me perguntarem, o que eu fiz em Amsterdam, eu direi que não fiz nada demais. “Apenas” aproveitei a companhia de um grande amigo, com direito a boas risadas, cervejas, narguilê e muitas caminhadas pelos canais de cidade.
Surpreendentemente, Amsterdam é repleta de canais, tal qual Veneza. As barragens construídas para proteger os Países Baixos, fizeram de sua capital, e quem sabe de muitas outras no país, uma ilha em meio aos canais. Talvez a melhor expressão disso seria dizer que na verdade Amsterdam são várias ilhas em meio aos canais. Mesmo com o tempo ruim, não tem como não se apaixonar pelas suas ruas que em um momento ou outro terminam num canal, onde você pode sentar, conversar e bater uma linda fotografia.
É estranho ver o metrô sobre a terra, ao invés de sob ela. Isso pode causar alguns sustos quando eles aparecem do nada buzinando na via pública para que você saia da frente. E sendo bem sincero, é melhor você ser bem rápido nisso. Se você conseguir escapar ileso do metrô, cuidado pra não ser atropelado por um ciclista, eles também aparecem magicamente no seu caminho aos milhares, buzinando e você simplesmente não sabe pra onde correr!
Ao final ainda revi dois amigos, Hans e Moritz, que juntamente com Giovanni e eu tivemos um excelente sábado e domingo. Atípica como é conhecida, Amsterdam me convidou também a uma viagem atípica, sem pressa, sem museus, apenas o prazer de desfrutar da companhia dos amigos e esperar o tempo passar.
Esse mesmo tempo que está passando agora que me faz refletir sobre tudo que tenho feito aqui. Esse tempo que está acabando, esse tempo que está chegando.




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